Itamar Flávio da Silveira*

 

Todos tem opinião formada de que a chave para o desenvolvimento científico e econômico de um país passa, necessariamente, por uma instrução escolar (educação) de qualidade. Todos estão convencidos também de que trata-se de um processo complexo mudar o quadro atual, já que atualmente nossa chamada Educação pública, que muitos depositam esperanças, é lastimável.

Que a educação pública brasileira e ruim e cara todo mundo sabe, no entanto vemos sempre as pessoas bem intencionadas alertando para o fato de que precisamos melhorar o nível do ensino, para que o país possa ter um salto de desenvolvimento. Poucos se deram conta é que a educação pública brasileira nunca será de excelência, por mais que aumente os gastos no setor. Educação pública é socialismo e se fosse possível ser eficiente e competitiva estaria negando um princípio que foi responsável pelo fracasso econômico do socialismo no mundo todo. Portanto a educação pública brasileira continuará cara e ruim, honrando o nome do falso pedagogo Paulo Freire. Ao invés de pleitearmos o aumento dos gastos em educação deveríamos reivindicar o contrário. Menos verba do contribuinte endividado para a chamada Educação.

Vamos lembrar da metáfora que Milton Friedman, Prêmio Nobel de 1976, elaborou: “Há quatro maneiras de gasta dinheiro. Você pode gastar seu próprio dinheiro consigo mesmo. Ao agir assim, você presta bastante atenção no que está fazendo e tenta com que o dinheiro renda o máximo possível. Você pode também gastar seu dinheiro com outra pessoa. Por exemplo, posso comprar um presente de aniversário para alguém. Nesse caso, não darei a mesma importância com o teor do presente, mas prestarei bastante atenção ao custo. É possível também gastar o dinheiro de outra pessoa comigo mesmo. Fazendo isso, buscarei ter um ótimo almoço! Para terminar, posso gastar o dinheiro de alguém com outra pessoa. Caso faça isso, não me preocuparei com o valor do presente e nem com o que comprarei. É assim que funciona o governo. E significa cerca de 40% de nossa receita nacional”. (Milton Friedman, entrevista à Fox News, 2004. In: WILLIAMSON, Kevin. O livro politicamente incorreto da esquerda e do socialismo).

Certos de que a Instrução Pública não vai ter nenhuma melhora significativa, precisamos voltar os olhos para a instrução privada e lutarmos para que tenha menos regulação possível. Aguardar benevolência do Estado é como esperarmos gestos de bondade do assaltante que rouba seus bens. Aí surge aquela pergunta: “Mas se não houver instrução pública gratuita como é que os filhos dos pobres vão se qualificar para ter um bom emprego e ter ascensão social (subir na vida)? Ora, ora, até hoje temos uma maciça presença do Estado com uma ampla rede pública de escolas gratuitas e esses gastos não estão promovendo a mobilidade social.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui