Na China comunista, os veículos de informação apenas podem divulgar o que o Estado aprovar

Não foi diferente com a pandemia do coronavírus, segundo Jia Ming para o Brasil Sem Medo:

“Nos primeiros 19 dias do ano, apenas os jovens conectados às postagens do Weibo (antes que fossem excluídas pelos censores) e aos VPNs sabiam a gravidade da situação, e tentavam, em vão, alertar seus pais e amigos. Mesmo com a pressão do Ocidente e dos dissidentes internos, a imprensa chinesa demorou a obter a autorização para alertar o povo com a intensidade devida. Finalmente, no dia 19 de janeiro, quase um mês depois dos primeiros relatos, a população começou a ser orientada pela imprensa a utilizar máscaras de proteção e evitar aglomerações públicas. A situação havia saído do controle.”

Hoje sabemos que o vírus fica por 14 dias em seu hospedeiro sem apresentar sintomas, contaminando a todos com quem tiver contato. Imagine o tamanho do estrago que 19 dias de censura não causaram.

Fake News

É possível ainda existir aqueles que são favoráveis ao controle do Estado até mesmo sobre a informação? Por conta de publicações de chineses em redes sociais, as “agências verificadoras de notícias” semelhante ao que existe no Brasil, desmentiam sobre uma epidemia de origem desconhecida com sintomas de pneumonia, tachando de “Fake News”.

Desonestidade ou assassinato?

É perfeitamente lúcido o questionamento sobre tratar-se de apenas uma desonestidade ou omissão com plena ciência de seus efeitos, causando propositalmente a morte de dezenas de pessoas.

Nosso cenário

Em solo verde e amarelo, é vital mantermos a transparência de informações. Notícias falsas se combatem com notícias verdadeiras e jamais com censura. Não é saudável que o controle sobre o que é fato e o que é boato fique nas mãos do estado; a China é a prova que isto custa vidas.

Atualização

Arma biológica

Crítica nacional.

“De acordo com o jornal The Washington Times, o vírus pode ter sido originado de um laboratório na cidade de Wuhan, o que tem levantado suspeitas quanto a questões de um possíveis experimentos com armas biológicas por parte da China.”

“A China havia confirmado até esta segunda-feira (27/01) um total 4.515 casos de coronavírus, que resultaram na morte de 106 pessoas infectadas. Quinze países já registraram até o momento casos associados ao coronavírus: China, Tailândia, Estados Unidos, Austrália, Cingapura, Japão, Coreia do Sul, Malásia, França, Vietnã, Canadá, Camboja, Nepal, Sri Lanka e Alemanha.”

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