“Dê-me liberdade ou dê-me a morte” – Patrick Henry.

Houve um tempo em que a liberdade era indiscutível e qualquer menção ao seu cerceamento era tratado como um convite a um duelo. Com o passar dos anos, o indivíduo foi se rendendo a um outro conceito, o do “ser social”, cuja definição implica necessariamente um bem comum acima do indivíduo, embora sabemos que não exista sociedade sem indivíduo, como uma questão de raciocínio lógico básico.

Esta definição do ser social parece algo fantástico de bom, mas na realidade é justamente o oposto. Conceitos assim ganharam muita força entre os séculos XIX e XX, e suas aplicações foram responsáveis por estados gigantescos e autoritários que literalmente geriam a vida e a morte das pessoas, deixando cicatrizes profundas que perduram até hoje.

Conceito do Biopoder

Em meio ao contexto revolucionário social, amplamente influenciado pelo iluminismo sangrento da revolução francesa, o qual inspirou inclusive as academias de oficiais das forças armadas no Brasil, surge o conceito de biopoder. O biopoder foi um termo criado por Michel Foucault.

Disponível em sua publicação Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Edições Graal; 1979, Foucault discorre como a partir da análise genealógica das regulações dos corpos na eminência dos Estados Modernos para dar conta da concepção das relações entre poder e saber que controlam objetos, realidades, comportamentos e pessoas, ou seja, o controle da sociedade sobre os indivíduos, o qual não se opera simplesmente pela ideologia, mas começa no corpo, com o corpo enquanto força de produção, força de trabalho.

Trata-se de uma relação poder-saber. A interferência da soberania sobre as formas de vida se manifestou essencialmente no direito de vida e de morte. Como efeitos específicos dessa nova articulação entre poder e verdade, alguém envolvido em situações que se tornam ameaças à consistência da população deve ser isolado dos demais ou eliminado, segundo Foucault, “na medida em que seria minha segurança pessoal; a morte do outro, a morte da raça ruim, da raça inferior ou do degenerado, ou do anormal, é o que vai deixar a vida em geral mais sadia, mais sadia e pura”. Criou-se a figura da “saúde pública” além de “segurança pública”, colocando a medicina do estado na figura de árbitro para decidir pela restrição de liberdade do indivíduo doente ou potencialmente doente em prol da saúde e bem estar dos demais indivíduos sadios.

Gulag científico

Nos anos 1950 a União Soviética tinha um sistema de campos de trabalhos forçados para criminosos e presos políticos, chamado Gulag. Na prática era conduzido para o sistema qualquer cidadão que discordasse do comunismo. Hoje, vemos o mesmo sistema ser implementado com os devidos ajustes.

Há uma política de “cancelamento” de qualquer ser humano que professe o conservadorismo, independente da área que atue. A mesma coisa aplica-se a qualquer cientista de qualquer área que manifeste qualquer opinião, fato, observação conclusiva ou não, que destoa do mantra do governo mundial, regido pela OMS, braço da ONU, no tocante à saúde pública, contágio viral, tratamento compulsório, quarentena humana e outras atrocidades.

As redes sociais comprovadamente conduzem censura ativa contra tais indivíduos, com bloqueios ideológicos, redução de alcance e medidas de restrição de um lado, enquanto o outro ganha notoriedade.

Doenças, vacinas e a história esquecida

“Junto com todos os meus colegas de medicina e enfermagem, eu fui ensinado que as vacinas em crianças eram a razão de adultos pararam de morrer de doenças para as quais existem vacinas.

Fomos informados de que outras doenças, como a escarlatina, febre reumática, tifo, febre tifóide, cólera, e assim por diante, para as quais não existem vacinas no momento, diminuía tanto em incidência e mortalidade (capacidade de matar), devido à melhoria das condições da situação social.

Você poderia pensar – como estudantes de medicina que deveriam ser moderadamente inteligente não teriam perguntado: “Mas se as mortes por estas doenças diminuiu devido à melhoria das condições sociais, pode não aqueles para os quais existem vacinas também diminuíram ao mesmo tempo, pela mesma razão?” Mas não o fizemos.”

O trecho acima foi retirado do prefácio escrito pelo Dr. Jayne L. M. Donegan para o livro “Dissoling Illusions, disease, vacines, and the forgotten history” de Suzanne Humphries, MD Roman Bystrianyk.

Uma versão em português do livro, em formato pdf, encontra-se disponível para leitura e download aqui.

Um pouco do outro lado

Permita-se conduzir a uma breve viagem pelo outro lado da história, tão antagônico a narrativa universal professada pela mídia, mas do mesmo modo, enquanto um não é possível prover, o outro lado possui inumeráveis estudos, pesquisas, tratados, publicações conclusivas, reafirmando os pontos abordados.

Estes links possuem infinitos outros elencados em seus textos, que podem abrir um novo horizonte ao leitor:

O culto covidiano – Instituto Rothbard

Cresce em 32% o número de suicídios durante a quarentena – Exitoina

A lavagem cerebral: você será persuadido a tomar a vacina – Coletividade Evolutiva

Twitter Bloqueia Conta de Virologista Chinesa Que Afirma Que Coronavírus Foi Criado em Laboratório – Crítica Nacional

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