O grande argumento dos municípios e estados que obrigam por decreto a usar máscaras faciais em seus territórios é “cale a boca e faça porque eu mandei”.

Em tempos inversos, é necessário como disse certa vez o professor Olavo, desenhar a explicação e explicar o desenho. Então lá vamos nós mais uma vez arguir sobre o óbvio.

Já mencionei em publicações anteriores sobre o Biopoder. Pois é, o entendimento deste conceito concede um embasamento interessante para o pensamento sobre o que vem ocorrendo na atualidade.

Os governos submetem seus cidadãos ao controle pelo pânico, calando mais de metade da comunidade científica mundial, aceitando via mídia como “ciência” apenas o que favorece ao controle e redução das liberdades. Esta crise não tem absoluta relação com saúde pública; é puramente política.

Em relatório aos seus investidores, um dos maiores bancos do mundo, o JP Morgan, mostra que as taxas de infecção diminuíram após o fim dos lockdowns nos estados americanos, contrariando modelos que previam aumento de infecções. O comunicado afirma que as quarentenas irrestritas tiveram cunho político e não científico.

Sobre as máscaras, elas podem:

  1. Causar hipóxia em alguns pacientes;
  2. Causar hipercapnia nesses mesmos pacientes;
  3. Prejudicar a imunidade; vírus respiratórios nocivos (e também bactérias – boas e ruins) ao expirar (forçando, assim, que os vírus – e as bactérias – sejam respirados novamente, em vez de serem excretados do sistema respiratório do corpo);
  4. Aumentam a concentração de vírus potencialmente prejudiciais nas passagens nasais, o que pode aumentar a probabilidade desses vírus entrarem no cérebro através dos nervos olfativos.

Por que muitos cientistas não batem de frente com os burocratas da OMS, com os políticos e jornalistas, sobre as desvantagens de exigir, sob pena de multa, o uso de máscaras por pessoas perfeitamente saudáveis, não infectadas e assintomáticas – especialmente aquelas que vivem em áreas do país onde o risco de entrar em contato com um caso de Covid-19 é de 1 em 10.000?

Quais outras estratégias de mitigação à pandemia (que não atinge o status de epidemia na grande maioria do Brasil) foram planejadas por esses mesmos líderes de torcida em tempo integral da Covid?

Na contramão, temos as seguintes medidas:

  • “Achatar a curva” (diminuindo as chances de imunidade do rebanho e também aumentando as chances da teórica “segunda onda” já bem propagandizada);
  • Testar grandes porcentagens da população – mesmo pessoas assintomáticas – com kits de teste inacessíveis e não confiáveis que são notoriamente defeituosos por causa de seus muitos falsos positivos e também falsos negativos), garantindo assim que mais e mais pessoas sejam diagnosticadas erroneamente com Covid, quando na realidade, muitos dos casos positivos no teste devem-se simplesmente a um resfriado comum recente causado por um coronavírus benigno;
  • Fazer “rastreamento de contato” intrusivo, agressivo e caro de pessoas assintomáticas e não infectadas que tiveram um teste de falso positivo;
  • Propagandear agressivamente o público, a fim de aumentar a demanda pela vacina inevitavelmente imperfeita, mal testada, acelerada e altamente lucrativa (lucrativa, isto é, para os detentores de patentes e os investidores da Grande Indústria Farmacéutica (incluindo ações do CDC, da OMS, da GAVI, da Bill Gates & Company, etc.) – observando, de maneira importante, que nunca houve uma vacina desenvolvida para qualquer infecção por coronavírus em toda a história das mini-epidemias passadas de coronavírus).

Extraí as informações políticas para esta redação do Instituto Rothbard e médicas do Dr. Russell Blaylock, autor do boletim The Blaylock Wellness Report, neurocirurgião, graduado pela Universidade Estadual da Louisiana, que durante 26 anos praticou neurocirurgia, além de ter uma prática nutricional, autor de quatro livros, Excitotoxins: The Sabor That Matter, Segredos de Saúde e Nutrição que Podem Salvar sua Vida, Estratégias Naturais para Pacientes com Câncer e seu trabalho mais recente, Biologia Celular e Molecular de Distúrbios do Espectro do Autismo.

Riscos ao usar a máscara para indivíduos saudáveis

Do artigo “Máscaras faciais representam riscos sérios para os saudáveis” do Dr. Blaylock, seguem alguns trechos:

“Ao usar uma máscara, os vírus exalados não conseguirão escapar e se concentrarão nas passagens nasais, entrarão nos nervos olfativos e viajarão para o cérebro”.

“Os pesquisadores descobriram que cerca de um terço dos trabalhadores desenvolveram dores de cabeça com o uso da máscara, a maioria apresentava dores de cabeça preexistentes que eram agravadas pelo uso da máscara e 60% necessitavam de analgésicos para alívio. Quanto à causa das dores de cabeça, enquanto as tiras e a pressão da máscara podem ser causativas, a maior parte das evidências aponta para hipóxia e/ou hipercapnia como causa. Ou seja, uma redução na oxigenação do sangue (hipóxia) ou uma elevação no C02 no sangue (hipercapnia)”.

“Sabe-se que a máscara N95, se usada por horas, pode reduzir a oxigenação do sangue em até 20%, o que pode levar a uma perda de consciência, como aconteceu com o infeliz que dirigia sozinho em seu carro usando uma máscara N95, fazendo com que desmaiasse, batesse o carro e sofresse ferimentos. Tenho certeza de que temos vários casos de idosos ou de qualquer pessoa com insuficiência pulmonar desmaiando, e batendo a cabeça. Isso, é claro, pode levar à morte”.

“Um estudo mais recente, envolvendo 159 profissionais de saúde com idades entre 21 e 35 anos, descobriu que 81% desenvolveram dores de cabeça ao usar uma máscara facial. Alguns tinham dores de cabeça pré-existentes que foram precipitadas pelas máscaras. Todos sentiram que as dores de cabeça afetavam seu desempenho no trabalho”.

“Infelizmente, ninguém está contando aos idosos frágeis e com doenças pulmonares, enfisema ou fibrose pulmonar, sobre esses perigos ao usar qualquer tipo de máscara facial – o que pode causar um agravamento grave da função pulmonar. Isso também inclui pacientes com câncer de pulmão e pessoas submetidas a cirurgia pulmonar, especialmente com ressecção parcial ou até a remoção de um pulmão inteiro”.

“A importância desses achados é que uma queda nos níveis de oxigênio (hipóxia) está associada a uma diminuição da imunidade. Estudos demonstraram que a hipóxia pode inibir o tipo de células imunes principais usadas para combater infecções virais chamadas linfócitos T CD4 +. Isso ocorre porque a hipóxia aumenta o nível de um composto chamado fator induzível por hipóxia-1 (HIF-1), que inibe os linfócitos T e estimula uma poderosa célula inibidora imunológica chamada Tregs. Isso prepara o terreno para contrair qualquer infecção, incluindo o COVID-19 e tornar as consequências dessa infecção muito mais graves. Em essência, sua máscara pode muito bem aumentar o risco de infecções e, nesse caso, em piorar sua situação”.

“As pessoas com câncer, especialmente se o câncer se espalhar, correm um risco maior de hipóxia prolongada, pois o câncer cresce melhor em um microambiente com pouco oxigênio. O baixo oxigênio também promove inflamação que pode promover o crescimento, invasão e disseminação de cânceres. Episódios repetidos de hipóxia têm sido propostos como um fator significativo na aterosclerose e, portanto, aumentam todas as doenças cardiovasculares (ataques cardíacos) e cerebrovasculares (acidentes vasculares cerebrais)”.

“Existe outro perigo em usar essas máscaras diariamente, principalmente se usado por várias horas. Quando uma pessoa é infectada com um vírus respiratório, ela expulsa parte do vírus a cada respiração. Se elas estiverem usando uma máscara, especialmente uma máscara N95 ou outra máscara bem ajustada, estarão constantemente re-inalando os vírus, aumentando a concentração do vírus nos pulmões e nas passagens nasais. Sabemos que as pessoas que têm as piores reações ao coronavírus têm as maiores concentrações do vírus desde o início. E isso leva à hipercitoquinémia fatal em um alguns casos”.

“Fica ainda mais assustador. Evidências mais recentes sugerem que, em alguns casos, o vírus pode entrar no cérebro. Na maioria dos casos, ele entra no cérebro por meio dos nervos olfativos, que se conectam diretamente à área do cérebro que lida com a memória recente e a consolidação da memória. Ao usar uma máscara, os vírus exalados não conseguirão escapar e se concentrarão nas passagens nasais, entrarão nos nervos olfativos e viajarão para o cérebro”.

Programação preditiva

Esta é uma estratégia utilizada em larga escala para a manipulação em massa, promovida através de meios ligados à mídia.

O maior objetivo é mudar as percepções do ser humano, para que ele veja normalidade em algo que normalmente repudiaria.

Voltando no tempo e viajando até a Alemanha da década de 30 do século passado, imagine-se amigo de um judeu, a ouvir massivamente das pessoas, no rádio, ler nos jornais, que ele é “sub humano”, que “não pensa como nós” e que seu único objetivo é “roubar” o povo alemão.

Em 1933, Adolf Hitler deixa o Ministério do Reich para Esclarecimento Popular e Propaganda nas mãos de Joseph Goebbels, com o objetivo de que a mensagem nacional socialista passasse a ser transmitida através da música, teatro, arte, filmes, livros, rádio, além de materiais escolares e de imprensa. Não é preciso dizer que a estratégia obteve um grande sucesso.

Amigos viraram inimigos, perseguindo e delatando pessoas que conheciam e com quem nutriam amizade. O final dessa história é bem conhecido.

Acha que parou por aí? O que dizer sobre a normalização do aborto, drogas e sexualização infantil?

Pior: o que dizer de toda uma população que fica dentro de casa, intimidada, enquanto seus algozes soltam presos e prendem trabalhadores?

O que dizer de pessoas que apontam outras, quando tentam ganhar o pão suado de cada dia?

Que chamam de “gado” aqueles que raciocinam logicamente e não percebem que são eles próprios que estão vivendo dentro de um curral, amarrados, com medo, porém vorazes e raivosos, prontos para atacar os que não seguem o rebanho.

Citando C. S. Lewis,

Dentre todas as tiranias, uma tirania exercida pelo bem de suas vítimas pode ser a mais opressiva. Talvez seja melhor viver sob um ditador desonesto do que sob onipotentes cruzadores da moralidade. A crueldade do ditador desonesto às vezes pode se acomodar, em algum ponto sua cobiça pode ser saciada; mas aqueles que nos atormentam para o nosso próprio bem irão nos atormentar indefinidamente, pois eles assim o fazem com a aprovação de suas próprias consciências.

 

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