Como uma potente arma química nazista continua sendo utilizada até hoje, passando desapercebida e obtendo os mesmos (ou mais eficientes) resultados

Diferente do que está habituado a ler e ouvir, o flúor aqui será tratado como o que de fato é: uma toxina que produz incalculáveis danos a sua saúde física e mental, empregada propositalmente como ferramenta de controle.

História do flúor como tratamento de água

A história da adição de flúor na água potável do abastecimento público das cidades iniciou-se na Alemanha nazista, quando cientistas alemães descobriram que a adição de fluoreto de sódio na água tornava as pessoas mais dóceis e sem vontade própria, sendo, desta forma, mais fáceis de serem manipuladas.

É sabido que durante a Segunda Guerra Mundial, houve extermínio em massa nos campos de concentração nazistas. Entre as várias técnicas de extermínio, as câmaras de gás envenenavam o ar e o destino dos corpos era os fornos de cremação. Para controlar a agitação e rebeliões dos prisioneiros, os cientistas encontraram um método simples: aplicavam repetidas doses de flúor em quantidades muito pequenas. Elas afetavam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas tornando-as submissas. Desta forma, com a adição de pequenas quantidades do produto na água conseguia-se a submissão.

No final da guerra, os Estados Unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnicas de controle da mente tão bem empregadas pelos nazistas. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras, dentre elas, reportou que quando os nazistas empreenderam a campanha da Polônia, cientistas e militares alemães e russos trocaram informações; entre elas estava o emprego do flúor, que os russos adotaram como esquema de controle de massa porque se adaptava perfeitamente aos seus planos.

Nossa realidade

No Brasil, as companhias estatais de água costumam aplicar o flúor na água como tratamento de saúde pública massificado para a prevenção da cárie dentária. Um dos maiores opositores a este método, o doutor em química Paul Connett, tem uma das mais abrangentes pesquisas sobre o tema, intitulada “50 razões para opor-se à fluoretação”.

Neste artigo, ele confirma que “O flúor é biologicamente ativo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogênio, que é o centro da estrutura e funções das proteínas e ácidos nucléicos. Assim, tem o potencial de provocar distúrbios no processo vital do organismo”.

Outro médico, especialista em nutrologia e medicina ortomolecular, doutor Wilson Rondó Júnior, diz que o flúor é considerado um pesticida, listado inclusive no Manual Merck – livro básico de doenças e toxinas, referência na medicina – como um veneno letal quando consumido em grandes quantidades (ressalvas para a tradicional “recomendação do Ministério da Saúde”).

Segundo Dr Rondó, o consumo de meio litro de água tratada por flúor por dia pode fornecer de 0,5 a 1 miligrama de flúor. Rondó explica que essa quantidade já pode causar reações no organismo. Entre elas, cólicas e dores abdominais, aftas na boca, perda de apetite, náuseas, fraqueza, perda de peso e até mesmo vômitos com sangue.

Doenças causadas pelo flúor

Entre as doenças mais graves que podem ser relacionadas à toxicidade do flúor, o especialista destaca alterações no sistema imunológico, causadas pela distorção de proteínas do corpo, fazendo com que o sistema imunológico ataque o próprio organismo. Outro mal pode ser a osteoporose, já que a exposição excessiva ao flúor causa redução da resistência e da elasticidade óssea. Também tem impacto nos glóbulos brancos, responsáveis pelo combate a bactérias, que têm diminuição significativa quando expostos ao flúor; além de danos nos cromossomos. Em 1974, foi comprovado que a exposição a 1 ppm (parte por milhão) de flúor inibe em 50% a ação das enzimas de reparação do DNA, causando lesões em diferentes células do organismo, podendo levar, inclusive, a problemas genéticos.

Com o aumento dos estudos, surgem evidências que ligam o excesso do flúor ao câncer e até mesmo à redução de QI (Quociente de Inteligência). Os que defendem seu uso, porém, rebatem que os problemas se apresentam quando ocorre a exposição excessiva ao flúor, o que não ocorreria no consumo de água fluoretada e nem no uso de produtos de higiene bucal. Mas como medir a exposição, se utilizamos produtos de higiene bucal diariamente?

Ainda segundo o médico, o problema mais comum relacionado ao flúor é a fluorose. A doença enfraquece os dentes e causa manchas, descoloração, caroços e fendas na mucosa bucal. “Ele muda a estrutura celular do enema dentário quando este ainda está em formação e isso pode ter consequências com o passar dos anos e com a exposição contínua à substância”, acrescenta.

Redução da inteligência

Pesquisas conduzidas na China com o público infantil apresentaram relevante diminuição do QI. Houve uma avaliação entre 907 crianças com idade de oito a treze anos, fazendo a conclusão de que o QI baixo tinha correlação ao quantitativo do flúor. Em regiões em que este elemento moderado a severo existiam, fez-se a suposição de que o sistema nervoso central foi prejudicado ao longo do desenvolvimento do feto ou em anos iniciais da criança, comprometendo a inteligência. Ainda, estudos que foram realizados recentemente fizeram a demonstração de que os animais que foram expostos ao flúor também tiveram comprometimento de seus sistemas nervosos.

Em 2012, a Harvard School of Public Health e a China Medical University reuniram 27 estudos em que demonstravam fortes indicativos dos efeitos negativos do fluoreto para o desenvolvimento cognitivo de crianças. Publicado na Environmental Health Perspectives, o estudo ressalta que a neurotoxidade do flúor em animais e adultos já era conhecida, mas pouco se sabia sobre as consequências deste para as crianças. Neste mesmo ano, o Brasil tinha 41% da população (correspondendo a 73 milhões de pessoas à época) consumindo água fluoretada.

O Conselho Nacional de Pesquisa nos EUA, analisando o flúor na água potável, recomendou o seguinte:

“Os efeitos de fluoreto em vários aspectos da função endócrina devem ser examinados, particularmente no que diz respeito a um papel possível no desenvolvimento de várias doenças ou estados mentais nos Estados Unidos.” – National Research Council. 2006. Fluoride in Drinking Water: A Scientific Review of EPA’s Standards. National Academies Press: Washington, DC.

É importante considerar que o Brasil segue os mesmos parâmetros que os EUA quanto à inserção de flúor na água potável.

Em uma análise na década anterior, produzida nos EUA, estima-se que o adulto americano consome cerca de 3mg de flúor diariamente, e alguns fazem ingestão diária de 6 mg ou mais (EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.).

Ainda mais preocupante, no entanto, são as doses de flúor em crianças. A ingestão de flúor superiores a 0.7mg por dia, coloca a criança em risco de disfunção endócrina. Estima-se que as crianças entre 1 a 3 anos consomem mais de 1,5mg de flúor por dia, ou mais de duas vezes a quantidade necessária para induzir a alteração da função da tireóide. Estas exposições crônicas podem ter efeitos profundos e ao longo da vida no desenvolvimento social, físico, sexual e intelectual global das crianças.

Recomendações de consumo: flúor versus iodo

O iodo é necessário para o bom e correto funcionamento da tireóide. Como o corpo não produz iodo, ele deve ser obtido a partir da sua dieta. O iodo é absorvido pela tireóide, onde é incorporado nos hormônios tireoidianos T4 e T3. A deficiência de iodo é responsável por uma variedade de doenças, como hipotireoidismo, bócio, pertubações do desenvolvimento físico e mental. Estima-se que 2,2 bilhões de pessoas no mundo estão com deficiência de iodo.

A título de comparação, o consumo médio diário japonês de iodo varia de 5.280 à 13.800 mcg de iodo, sem efeitos nocivos e uma série de beneficios (J Clin Endocrinol Metab. 1967 May;27(5):638-47.). Na ilha japonesa de Okinawa, onde há muitas pessoas com mais de 100 anos, tem sido relatado que ingerem, através da sua dieta, altas doses de iodo por meio de algas (aproximadamente 80mg de iodo por dia). Enquanto isso, a recomendação no Brasil é de que se ingira, “somente” 150mcg de iodo diariamente. Recomenda-se baixa ingestão diária de iodo (150mcg) e promove-se alta ingestão diária de flúor (3mg). Por todas as evidências científicas, não deveria ser o inverso? Por que desconsideram os benefícios de uma boa ingestão de iodo e os malefícios da alta da ingestão de flúor pela população? Alguém ganha com a alta taxa de doenças?…

Considerando que as doses de 2mg de flúor chegaram a ser utilizadas para tratar uma tireóide com grande atividade (hipertireoidismo) é evidente que a ingestão diária desta mesma dose gerará ou facilitará o quadro geral de hipotireoidismo em pessoas saudáveis. O tema é muito preocupante, pois há ligação entre o hipotireoidismo em mulheres grávidas e a redução de QI em crianças, e ainda, como contribuição para o desenvolvimento de autismo.

Desinformação e controle

Interessante mesmo é a ausência de abordagem de temas vitais como este pela grande mídia e quando é feito, fica clarividente que o veículo de desinformação já tem uma posição antes mesmo de pesquisar o assunto. Em tempos de “distanciamento social”, obrigatoriedade de uso de máscaras faciais e fechamento de comércio, é de se questionar a capacidade cognitiva das pessoas que aceitam que a liberdade seja trucidada tão passivamente…

Principais referências para esta redação

Fluoride Is Hazardous To Health, Studies Show, https://www.science20.com/the_fluoride_informer/fluoride_is_hazardous_to_health_studies_show

O Flúor: foi uma arma química para os Nazista

Malefícios do Flúor Para Saúde

https://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/2698-fluor-reduz-o-qi.html

Countries that Fluoridate Their Water

Flúor é perigoso a saúde

Maumené E. 1854. Compt Rend Acad Sci 39:538.

Connett P, Beck J, Micklem HS. 2010. The Case Against Fluoride. How Hazardous Waste Ended Up in Our Drinking Water and the Bad Science and Powerful Politics That Keep It There.

Chelsea Green Publishing: White River Junction, VT. 372 Pp. / Ding Y, Gao Y, Sun H, et al. 2011. The relationships between low levels of urine fluoride on children’s intelligence, dental fluorosis in endemic fluorosis areas in Hulunbuir, Inner Mongolia, China. J Hazard Mater. Feb 28;186(2-3):1942-6.

Xiang Q, Liang Y, Chen B, et al. 2010. Serum fluoride level and children’s Intelligence Quotient in two villages in China. Env Health Persp.

Lin FF, Aihaiti HX, Zhao J, et al. 1991. The relationship of a low-iodine and high-fluoride environment to subclinical cretinism in Xinjiang. IDD Newsletter 7(3):24-25.

EPA (U.S. Environmental Protection Agency). 2010. Fluoride: Exposure and Relative Source Contribution Analysis. Health and Ecological Criteria Division. Office of Water. Washington, D.C.

http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/08/13/fluoride-and-thyroid-dysfunction.aspx

Galletti P, Joyet G. Effect of Fluorine on Thyroidal Iodine Metabolism in Hyperthyroidism. Journal of Clinical Endocrinology.

http://www.lef.org//magazine/mag2006/apr2006_report_oral_02.htm

National Research Council. 2006. Fluoride in Drinking Water: A Scientific Review of EPA’s Standards. National Academies Press: Washington, DC.

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