“As emergências sempre foram pretexto mediante o qual as salvaguardas da liberdade individual foram solapadas – e, uma vez que estas estejam suspensas, não é difícil para o detentor desses poderes de emergência tomar as medidas necessárias para que o estado de exceção persista”.

~F. A. Hayek. Economista, filósofo e escritor.

Não é novidade para meus alunos e clientes uma afirmação defendida a todo custo por mim, que um gerenciamento de crise eficiente preza pelo restabelecimento da normalidade o mais breve possível. Fora disso é ingerência.

Não vemos nenhum esforço em direção ao restabelecimento da normalidade, ao contrário, vemos o incansável terrorismo psicológico e a tentativa de enfiar goela abaixo que este é o “novo normal”. Como se privar o homem de respirar livremente, de ir e vir como bem entender ou de trabalhar fosse natural para o ser humano.

Por todos os lados vemos o cerco sendo montado. Em janeiro de 2021, a Diretoria Executiva da OMS declarou que precisamos focar na saúde mental.

“A pandemia de COVID-19 tem sido um forte lembrete da importância de integrar a saúde mental aos planos de preparação e resposta para emergências de saúde pública”, disse Dévora Kestel, Diretora do Departamento de Saúde Mental da OMS.

Durante as discussões, vários pedidos específicos foram feitos ao Diretor-Geral da OMS:

– Que seja fornecido suporte técnico aos Estados-Membros para monitorar mudanças e interrupções nos serviços de saúde mental;

– Que a OMS ajude a promover e expandir o acesso a serviços de saúde mental primários e comunitários inclusivos, integrados e baseados em evidências e apoio psicossocial, inclusive durante emergências de saúde pública; dentre outros.

O impacto na saúde mental é preocupante especialmente entre adolescentes, mulheres (aumento da agressão e violência sexual) e pessoas com problemas de abuso de substâncias.

Por fim, eles destacaram abordagens que eles achavam fundamentais para lidar com a crescente demanda por apoio em saúde mental, incluindo: abordagens baseadas na comunidade; fornecimento de apoio por meio de “telessaúde” e meios digitais; e treinamento para profissionais de saúde e outros funcionários da linha de frente em apoio psicossocial.

Percebe que em nenhum momento é abordado o real problema? Nunca nenhum organismo oficial vê o restabelecimento da normalidade e o respeito da liberdade individual como a solução para todos estes males surgidos pós pandemia. O pretexto é amplamente utilizado, o jogo continua e os homens, a cada dia mais obedientes, resignam-se.

Manutenção da farsa

Este link foi disponibilizado pelo canal Nutrição sem Mito no Telegram e seria inacreditável se não fosse terrivelmente real. Confira por sua conta, que durante a situação da “Pandemia”, no Estado de SP, todo corpo, independente da causa da morte, deverá ser considerado como vítima de Covid-19. E não para por aí… toda suspeita em contrário não está autorizada a realização da necropsia. Diário Oficial de SP de 21/03/2020.

Como eu havia exposto no artigo sobre como mentir com a estatística, é fácil aumentar os números. Estão dizendo que qualquer pessoa contra os números é “negacionista”.

A invenção da figura (inexistente) de saúde pública

Jordan Schachtel escreve para o Instituto Rothbard: “nenhuma pessoa ou grupo pode reivindicar o manto da saúde pública, e nenhuma pessoa ou grupo pode reivindicar saber o que é melhor para o coletivo, assim como nenhum líder deve tomar decisões devastadoras para o “bem maior” da sociedade. Os autoproclamados especialistas em saúde pública nada mais são do que aspirantes a autocratas que habitam governos e departamentos acadêmicos. Dada a falta de experiência real ou competição nesses campos, não deveria ser uma surpresa que esses mesmos indivíduos também tenham um histórico atroz quando se trata de prevenir e tratar a propagação de doenças.”

Não existe a especialidade em saúde pública, tampouco o especialista em tal “ciência”. É o mesmo que a esquerda mundial aplica com a justiça, atribuindo alcunhas como “justiça social”. Já deixa de ser justiça se for justiça alguma coisa.

Mas tudo é feito de modo a forjar a figura da autoridade, para corroborar a distopia e manter as pessoas direcionadas em seu curso para o abatedouro.

O complexo milionário de testes Covid

Ainda seguindo o levantamento de Jordan Schachtel, “O Complexo Industrial de Testes COVID-19 nos Estados Unidos está completamente fora de controle, e o pagador de impostos foi convocado a gerar centenas de milhões de dólares por dia para mantê-lo à tona. Este gigante em crescimento contínuo, que foi gerado em 2020 por causa da insistência urgente de membros selecionados e poderosos da classe de “especialistas em saúde pública” dos EUA, não tem intenção de deixar o palco silenciosamente. Indivíduos e corporações relacionadas à saúde estão ficando podres de ricos com essa indústria corrupta e duvidosa, que em grande parte produz testes imprestáveis e tem contribuído para uma “epidemia de casos” contínua fora de controle nos Estados Unidos. Apesar do fato de que esta indústria não conseguiu fazer nada de positivo para a “saúde pública” relacionado à epidemia de coronavírus, alguns na indústria estão até mesmo planejando colocar um kit de teste COVID em todas as casas nos Estados Unidos. O Complexo Industrial de Testes COVID-19 produziu um fluxo de receita impressionantemente alto ao longo de um ano.”

“Para ter uma ideia de todos os custos envolvidos, pesquisei os custos médios de teste do COVID-19 em alguns dos maiores laboratórios e fabricantes de testes nos EUA. O FDA já liberou bem mais de 100 entidades (e até mesmo uma dúzia de empresas com base na China) com Autorizações de Uso de Emergência (AUEs) que permitem que essas empresas implantem testes nos Estados Unidos. Aqui está o detalhamento:”

“O custo dos testes COVID-19 varia de US$ 20 a US$ 850. O custo médio de um teste COVID-19 é de cerca de US$ 129 por teste. E isso é apenas o custo do teste em si. Esta faixa de preço não inclui os custos adicionais – incluindo, no mínimo para a maioria, os custos de coleta de amostras e uma consulta médica – para o provedor de seguros, governos federal, estadual e local (cuja conta para as pessoas que não pode pagar um teste vai ser paga pelos contribuintes), e/ou o paciente.”

“O Complexo Industrial de Testes COVID-19 dos Estados Unidos agora produz cerca de dois milhões de testes COVID-19 por dia. Isso coloca o custo médio atual do teste COVID nos EUA (sem incluir os custos adicionais) em aproximadamente $ 254 milhões de dólares por dia, $ 7,6 bilhões por mês e $ 91,4 bilhões por ano. Para colocar isso em contexto, isso é mais dinheiro anual do que a receita gerada por gigantes corporativos dos EUA, como Boeing, Intel, FedEx, Facebook e Target.”

“Quanto aos lucros gerados pela indústria de testes COVID, podemos obter uma contagem precisa desse número desvendando os registros financeiros dos principais laboratórios de testes. A Quest, a gigante dos testes dos EUA que lida com cerca de 20% de todos os testes COVID nos Estados Unidos, estima que obtém US$ 42 em receita por teste, com o processamento médio chegando a US$ 29. Isso resultaria em US$ 26 milhões em lucros por dia, US$ 780 milhões por mês e US$ 9,3 bilhões em lucros puros por ano. E isso é apenas para o laboratório. Lembre-se de que fazer um teste COVID-19 envolve vários outros elementos, como a visita médica acima mencionada e os custos de coleta de amostras, o que aumenta significativamente o fluxo de receita de toda a indústria de testes COVID.”

“Os testes COVID são mais comuns nos Estados Unidos, mas é uma indústria global. Worldometers.com rastreou cerca de 1,1 bilhão de testes COVID-19 no total. Calculado com a média de custo dos EUA, a indústria global de testes COVID custou mais de US$ 141 bilhões até agora.”

“Muitos resumiram que os esforços de implantação de vacinas em andamento atuarão para obliterar o Complexo Industrial de Testes COVID, mas é importante lembrar algumas coisas sobre o estado atual dos testes no país.”

“Em primeiro lugar, nosso problema da precisão de teste do COVID-19 não foi resolvido. Os governos em todos os níveis nos Estados Unidos não eliminaram nosso regime de testes imprecisos.”

“As pessoas que tomam a vacina – deixando de lado se ela funciona ou não – muito provavelmente ainda apresentarão resultados positivos para o coronavírus em grande número. Os testes de vacinas tinham padrões muito rígidos para o diagnóstico de casos positivos. Os testes exigiam um teste positivo e sintomas reconhecíveis para que alguém fosse classificado como COVID-19 positivo.”

“Nos testes clínicos, os equipamentos da Big Pharma usaram um limite de ciclo muito mais baixo (leia sobre o problema de limite de ciclo na Rational Ground) do que o teste COVID-19 médio para obter um diagnóstico mais preciso.”

“Do outro lado da mesa, nosso regime de teste autorizado pela FDA inclui principalmente testes imprestáveis (seus limites de ciclo são muito altos, gerando uma grande quantidade de falsos positivos, levando à nossa “epidemia de casos” nacional) e diagnostica pessoas assintomáticas como COVID-19 positivo. Os testes de vacinas e nossa realidade atual de testes estão em mundos diferentes. É quase certo que esse problema surgirá nos próximos dias e semanas, e vai causar muita confusão ao público. Quem sabe se os “especialistas em saúde pública” que estão tão inclinados a promover testes irão usar este problema para exigir ainda mais testes e mais restrições, para mantê-lo seguro e livre de COVID, é claro…”

“Agora se aproximando de US$ 100 bilhões em custos anuais diretamente associado a ele, o Complexo Industrial de Testes COVID está se tornando grande demais para falir, e já passou da hora dos legisladores de todo o país controlá-lo antes que esta indústria corrompida e se torne um elemento permanente do país.”

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