Vamos começar com a necessária e óbvia reafirmação: máscaras não protegem de contágio por patógeno viral como dizem, o seu uso obrigatório tem efeito psicológico e de controle de massa.

Esta premissa é empregada por grandes centros médicos ao longo do mundo, mesmo para estudar os protocolos unilaterais do emprego de máscaras por profissionais de saúde, como pode ser comprovado neste artigo: Universal Masking in Hospitals in the Covid-19 Era, escrito pelos senhores: Michael Klompas, M.D., M.P.H., Charles A. Morris, M.D., M.P.H., Julia Sinclair, M.B.A., Madelyn Pearson, D.N.P., R.N., and Erica S. Shenoy, M.D., Ph.D.

Autoridades de saúde admitem que as máscaras não impedem a infecciosidade, mas as massas temerosas precisam de algo para lidar com a ansiedade pública. Até o New England Journal of Medicine admite a futilidade de usar máscaras para proteger contra o Covid-19.

O que é desesperadamente necessário são máscaras que viessem com um borrifador de Valium para facilitar a administração contínua de aerossóis de medicamentos anti-ansiedade diretamente nos pulmões. A ansiedade do público em relação a uma ameaça artificial de um coronavírus mutado faz com que as massas ajam como ovelhas assustadas.

Você quer dizer que máscaras não vão me proteger contra o temido Covid-19? Resposta: elas não irão.

O outro lado da moeda

Agora eu gostaria de apresentar um outro lado desta insanidade absoluta. Sempre falamos em medo, pânico, histeria coletiva; passou da hora de uma abordagem contrária e é a isto que este artigo é dedicado.

Uma vez que seja evidente toda a manipulação em torno desta crise – e você pode conferir nos artigos anteriores aqui na coluna, inclusive com exposição da cronologia dos acontecimentos, com decisões governamentais propositalmente maléficas devidamente comprovadas – convido você leitor a conhecer o que chamamos de “Medicina Germânica”.

Medicina Germânica

Germanishe Heilkunde ou Medicina Germânica, é baseada nas cinco leis biológicas naturais, explicando como fatos traumáticos geram estratégias de defesa no organismo, na busca por ajudar o corpo a solucionar tais eventos.

Em suma, você acredita que está doente e acaba ficando. Desencadeia uma reação no seu próprio corpo para se proteger de algo que está na sua mente.

No caso do 2019-nCov, que a extrema imprensa apresentou como um novo vírus, na verdade não é. Ele foi isolado pela primeira vez em 1937, através da bronquite em pássaros.

Foi encontrado pela primeira vez em seres humanos na década de 1960. Atualmente, existem sete tipos diferentes. Se você se lembra do SARS e do MERS, ambos são adaptações do que eles acreditam ser o coronavírus.

De acordo com a perspectiva da Germanishe Heilkunde, os “vírus” ajudam no reabastecimento celular na fase de cicatrização e são infinitamente mais benéficos do que ruins.

O lado benéfico dos vírus

Segundo estudos, a grande maioria dos vírus não é patogênica para os seres humanos e muitos desempenham um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas. Ou seja, não possuem propriedades capazes de induzir o aparecimento de doenças.

Outros vírus mantêm a saúde de organismos individuais, de fungos, plantas a insetos e seres humanos. Sim, os seres humanos!

“Vivemos em um equilíbrio perfeito”, e os vírus fazem parte disso, diz Susana López Charretón, virologista da Universidade Nacional Autônoma do México. Conforme também estudos de Dr. Hamer, através da Medicina Germânica.

A maior parte das pessoas não sabe o papel que os vírus efetuam na manutenção de grande parte da vida na Terra, porque tendemos a nos concentrar apenas naqueles que causam doenças para os seres humanos.

A grande maioria dos virologistas estudam apenas os vírus patógenos. Apenas recentemente, alguns pesquisadores ousados começaram a investigar os vírus que mantêm a nós e ao planeta vivo, em vez de nos matar.

Segundo, Goldberg:

“É um pequeno grupo de cientistas tentando fornecer uma visão justa e equilibrada do mundo dos vírus e mostrar que existem bons vírus. Os vírus permitem que a grama que cresce no Parque Nacional de Yellowstone resista às altas temperaturas geotérmicas “.

Quantos vírus existem?

Para pesquisadores iniciantes, nem se sabe quantos vírus existem. Milhares foram formalmente classificados, mas pode haver milhões.

“Descobrimos apenas uma fração porque não pesquisamos muito”, diz Marilyn Roossinck, ecologista de vírus da Penn State University, nos EUA.

“É apenas um viés: a ciência só se interessou por patógenos”. Os pesquisadores também não sabem que porcentagem do vírus total é problemática para os seres humanos.

Chave para os ecossistemas

O que os pesquisadores sabem é que os fagos, ou vírus que infectam bactérias, são bastante importantes. Seu nome vem do grego phagein, que significa devorar, e é isso que eles fazem.

De acordo com Goldberg:

“Eles são os maiores predadores do mundo bacteriano. Os fagos são os principais reguladores das populações bacterianas no oceano, e provavelmente também em muitos ecossistemas do planeta.”

Caso os vírus desaparecem de forma repentina, algumas populações bacterianas cresceriam desproporcionalmente, outras poderão ficar fora de competição e parar de crescer por completo.

Isso seria particularmente problemático nos oceanos, onde mais de 90% de toda a vida é microbiana. Esses micróbios produzem cerca de metade do oxigênio do planeta, um processo facilitado por vírus.

Esses vírus matam cerca de 20% de todos os micróbios oceânicos todos os dias e cerca de 50% de todas as bactérias oceânicas.

Ao eliminar os micróbios, os vírus garantem que o plâncton produtor de oxigênio tenha nutrientes suficientes para realizar altas taxas de fotossíntese, o que, em última análise, permite que boa parte da vida na Terra seja mantida.

Controle de espécies

Pesquisadores que estudam pragas de insetos descobriram que os vírus são críticos para controlar a população de espécies. Se uma certa espécie crescer, “um vírus aparecerá e os matará”, explica Roossinck.

Esse processo, chamado “matar o vencedor”, é comum em outras espécies, incluindo a nossa, como colocado pelas pandemias.

Segundo, Suttle:

“Quando as populações se tornam muito abundantes, os vírus tendem a se replicar muito rapidamente e encolhem populações, criando espaço para outras coisas. Perderíamos rapidamente muita biodiversidade do planeta. Algumas espécies assumiriam o controle e empurrariam o resto.”

Se os vírus desaparecerem, é provável que as espécies competitivas floresçam em detrimento de outras.

Os cientistas acreditam, por exemplo, que os vírus desempenham um papel importante em ajudar vacas e outros ruminantes a transformar celulose de pasto em açúcares que podem ser metabolizados e, finalmente, transformados em massa corporal e leite.

Proteção para seres humanos

As infecções por certos vírus benignos podem até ajudar a proteger os seres humanos de alguns patógenos.

O vírus GB-C ou vírus da hepatite G, um vírus não patogênico que é um parente próximo do vírus do Nilo Ocidental e da dengue, está ligado à progressão tardia da AIDS em pessoas HIV positivas.

Os cientistas também descobriram que o vírus GB-C torna as pessoas infectadas pelo Ebola menos propensas a morrer.

Da mesma forma, o herpes torna os camundongos menos suscetíveis a certas infecções bacterianas, incluindo peste bubônica e listeria.

Tratamentos

Os vírus também são um dos agentes terapêuticos mais promissores para o tratamento de certas doenças.

A terapia fágica usa vírus para atacar infecções bacterianas. Este é um campo que agora começa a crescer com o aumento da resistência a antibióticos.

Os vírus oncolíticos, aqueles que infectam e destroem seletivamente células cancerígenas, também estão sendo estudados como um tratamento contra o câncer menos tóxico e mais eficiente.

Vírus segundo a Medicina Germânica

Para a nova medicina, os vírus são encontrados em tecidos de origem ectodérmica somente, servindo para reconstruí-los. Conforme estudos de Dr. Hamer, através da Quarta Lei Biológica.

Segundo Dr. Hamer, as chamadas “doenças” vêm de dentro para fora. As bactérias, vírus ou fungos fazem parte da nossa natureza, e eles existem para nos ajudar, limpando e reconstruindo o ecossistema.

Através disso, deveríamos começar a fazer conexões entre o que fazemos com nossa vida e as respostas biológicas que o nosso corpo apresenta.

Artigo original completo sobre a Medicina Germânica disponível aqui.

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