Não é uma pergunta; o Telegram é uma opção muito mais prática principalmente para quem precisa de um aplicativo de conversa online eficiente para engrenar a equipe ou atender o cliente.

Alguns meses atrás, quando eu falava sobre a invasão de privacidade cometida pelas Big Tech como o grupo Facebook (Instagram, Messenger, Whatsapp, Facebook, aplicativos conectados, como inocentes jogos de smartphone…) eu era tido como um teórico da conspiração. Bem, chegou o momento em que eles não precisam mais esconder o que fazem. Ao menos não totalmente. Então a política de privacidade foi atualizada e Voilá! Torna-se explícito que eles acessam sua câmera e microfone sem permissão, além de vasculhar suas mensagens de texto, arquivos de áudio, vídeo e imagem.

Acontece que muitas pessoas utilizam o Whatsapp como aplicativo principal de conversa, principalmente na relação com o cliente. Isso é mal. Não há nenhuma maneira de assegurar o sigilo do cliente.

Já a alguns anos eu venho empregando o Telegram como aplicativo primário de conversas e a pouco menos de um ano, optei por excluir definitivamente a conta do Whatsapp. No Telegram, consigo programar minha agenda, criar diários de instrução, relatórios de situações, bibliotecas específicas… tudo sem recorrer a hospedagens do Google, como drives e sem ocupar a memória dos meus dispositivos.

De acordo com o Tecnoblog, o Telegram beteu a marca de 25 milhões de novos usuários apenas entre os dias 9 e 12 de janeiro, chegando a mais de 500 milhões de contas.

Segundo o fundador do Telegram, Pavel Durov, “As pessoas não querem mais trocar sua privacidade por serviços gratuitos. Elas não querem mais ser reféns de monopólios que parecem pensar que podem se safar de qualquer coisa, desde que seus aplicativos tenham uma massa crítica de usuários”.

Para quem trabalha com emergências e situações de crise, a privacidade é fundamental. Dentro do aplicativo, é possível ler áudios transcritos (ou ouvi-los em velocidade dobrada), organizar super grupos com mais de 200.000 pessoas, com administração automatizada, tudo sem limite de compartilhamento de mídia (existem canais de filmes por exemplo). Mas a cereja do bolo, além da privacidade, está nos robôs. Inicialmente eu utilizava alguns disponíveis gratuitamente, depois passei a desenvolvê-los para minhas necessidades e provaram muito úteis em acionar planejamentos de emergência, emitir alertas, filtrar e-mails, compilar feeds das outras redes ou mesmo publicar fora do Telegram, além de interagir com uma gama enorme de aplicações… em suma, economizo hoje um tempo enorme em redes sociais, além de conseguir ser preciso em operações que não podem dar-se ao luxo de perder tempo com comunicação ineficiente.

Convido a conhecer o meu canal no Telegram: https://t.me/mbrodemaker

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