Enquanto a imprensa brasileira e mundial continua na sua sanha por audiência adotando o “quanto pior melhor” e usando literalmente toda a sua grade de programação para mostrar dados alarmantes de número de mortes, cenas de hospitais italianos lotados, internações de pacientes críticos; a mesma deixa passar a informação essencial de que desde o mês passado os esforços do Presidente J. M. Bolsonaro em seguir a linha de produzir medicamentos que mostraram sua eficácia no tratamento e cura do Vírus COVID-19, a hidroxicloroquina, juntamente com outros como azitromicina, no tratamento de doentes e infectados.

Manchetes contra o tratamento e literalmente a favor das mortes e do vírus não faltam, inclusive “estudo” chinês dizendo que o tratamento com hidroxicloroquina não é eficaz. Isso mostra que toda a classe jornalística na grande mídia perdeu a noção de ética de trabalho e a humanidade pessoal, já que lutam constantemente contra qualquer avanço ou acerto do governo federal, não importando as consequências que isso acarreta a população ou a economia.

Contra novas doenças ou um vírus não há outra alternativa de tratamento medicamentoso além deste que se tem agora a mão, o pior do cenário da doença é a morte do paciente, por questões éticas e óbvias, deve-se usar as armas disponíveis, pois se tudo der errado com essa tática o resultado será o mesmo, a morte do paciente. Estudos diversos mostram que o tratamento é eficaz em um numero grande com pacientes.  Os benefícios esperados são muito superiores aos piores resultados do não-tratamento.

Alarmismos e desinformação com alegações de que o medicamento é perigoso não são admissíveis. Dizer que o uso incorreto do medicamento causa danos (como a imprensa carente de verbas publicas noticiou), é o mesmo que dizer que o consumo de sal pode provocar danos à saúde, isto é, óbvio e irrelevante. Todos os medicamentos apresentam riscos, todos tem contra-indicações e efeitos adversos. Um exemplo, um medicamento anti-térmico usado amplamente em bebes é letal se usado “incorretamente”, mesmo assim é um medicamento de livre venda encontrado em qualquer farmácia.

Eticamente o médico tem a obrigação de cuidar da saúde e bem estar do paciente, esse principio faz parte da formação médica e consta no juramento de Hipócrates tanto o clássico quanto suas atualizações. Deixar de aplicar um tratamento que dá resultados porque ainda está se buscando o consenso científico, coisa que não existe na prática, é uma negligência e violação desse código de ética. A busca pelo resultado conclusivo dos estudos feita durante a análise em tempos normais é justificável, mas abordagem diferente nos processos de aprovação de um novo tratamento numa emergência como a atual necessita ser mais incisiva.

Papel das Agências de saúde

A Agência Nacional de Vigilância – ANVISA juntamente com outras agências no mundo incluindo FDA americano estão, segundo informam, se comunicando em um fórum para troca de informações e decisões sobre os possíveis tratamentos. Os protocolos para aprovação  de uma nova “droga” continuam a ser exigidos pela regulamentação mais recente da ANVISA, na última decisão publicada a RDC n°348/2020 estabelece novos procedimentos para que fabricantes de medicamentos tenham menor burocracia nas análises dos pedidos de registro de medicamentos e vacinas que sejam usados para prevenção e tratamento do COVID-19. Essa menor burocracia incluem a aceitação de termo de compromisso do fabricante e cronograma para apresentação posterior de resultados de testes mais longos e demorados.

A agência também deu aval para que hospitais como o Albert Einstein façam as pesquisas clínicas de efetividade do medicamento para aprovação do uso da hidroxicloroquina para casos iniciais e avançados.

Estamos falando da cloroquina e hidroxicloroquina, medicamentos usados desde a década de 1950 no combate a malária, amplamente conhecido e utilizado, seu usos, contra-indicações, efeitos colaterais, forma de uso, dose máxima são de amplo conhecimento da ciência médica. Antes da hidroxicloroquina a cloroquina foi utilizado em 1943 pelo exercito americano em seus soldados para o tratamento da malária durante a 2° Guerra Mundial. Posteriormente descobriu suas vantagens da hidroxicloroquina para o tratamento de artrite reumatoide leve e doenças da pele sensíveis a luz como lúpus. Devido a esse longo histórico de uso o medicamento não se trata de um nova substância experimental, ao contrário do que a mídia propaga, e sim um novo uso de um medicamento já comprovadamente seguro e eficaz, assim como a aspirina usada como analgésico desde século XIX foi aprovada para uso em menor dose como anticoagulante e preventivo do infarto em épocas mais recentes.

A avaliação de um medicamento já conhecido mas com nova indicação, como é o caso, não precisa passar por ensaios pré-clínicos (em animais de experimentação) e testes clínicos de fases I e fase II (que são feitos em humanos em grupos progressivamente maiores de voluntários) mas necessita de novos testes de Fase III para verificação de possíveis novos efeitos, reações adversas e para verificar o caminho e transformações que o fármaco sofre no organismo (farmacocinética), tudo visando a comprovação da segurança e eficácia do novo uso da substância. É por essas que dentro do meio científico dizem que se a aspirina fosse descoberta hoje ela nunca seria aprovada para uso, devido aos seus efeitos colaterais como a chance de provocar sangramento gastrointestinal.

Bem complexo. Essas exigências adotadas em todo o mundo para a permissão de novos uso terapêuticos de medicamentos são exigências criadas frente ao medo de ocorrências como as mortes acorridas no passado relacionadas a danos graves por medicamentos, comentadas nos artigos anteriores neste site.

É muito estranho toda essas novas exigências e posições vacilantes da OMS para o novo uso contra a epidemia global, que a própria OMS diz que é grave e mortal. Se a doença é um mal terrível e uma emergência tão grande, porque tanto omissão para recomendar um tratamento com bons prognósticos e grande chance de sucesso ?

Não dá pra não perceber a forte influência política e eleitoreira envolvidas, principalmente da oposição de não querer apoiar ou admitir que os governos de Brasil e Estados Unidos estão no caminho certo quando esses querem que seja seguido uma abordagem diferente daquelas que China e OMS defendem. Oposição que tem o principal agente a imprensa que não busca a verdade ou diferentes versões, mas faz militância claramente contra.

Considerando que sites de notícias como INTERCEPT que previu absurdas 500.000 mortes no Brasil alguns dias atrás, e outros como UOL que utilizam fotos de cemitérios com covas abertas para falar da epidemia, nada mais pode nos surpreender quando se trata de grande imprensa que perdeu, só no caso da TV Globo 10 bilhões em publicidade governamental com o novo governo eleito em 2018.

1 COMENTÁRIO

  1. Muito importante esta discussão. Temos que ficar de olhos arregalados pra não sermos enganados pela mídia mal intencionada e parcial. Informações como estas do artigo, ajudam muito no entendimento dos fatos atuais.

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